Nota de esclarecimento e repúdio

Compartilhe este conteúdo

Os diretores da Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar do Estado de São Paulo – ACSPMESP citados na matéria publicada nesta data, 18 de junho de 2019, pela Folha de S. Paulo, expressam sua indignação e repúdio ao conteúdo da reportagem, que, a pretexto de divulgar suposta incompatibilidade entre o patrimônio auferido pelos mencionados diretores e seus rendimentos de policiais militares inativos, invade a privacidade de cada um deles e de seus familiares, e divulga amplamente e com destaque fotos de suas atuais moradias, expondo-os a incontestável perigo de vida, em momento em que a morte de policiais é uma constante nesta capital.

A malícia contida na matéria, distorcendo e descontextualizando palavras do advogado da Entidade, vai ao cúmulo de destacar a vigorosa atuação de um dos diretores quando em serviço na ROTA e o número de confrontos com bandidos em que ele se viu envolvido.

Todos os diretores citados estão conscientes de suas responsabilidades e incumbências de seus cargos frente a esta grandiosa entidade, que tem somente como propósito amparar as famílias dos gloriosos policiais militares, esquecidos pelo governo e sempre injustiçados pela mídia e a maioria da população.

O patrimônio pessoal de cada um dos diretores em questão é fruto de uma vida árdua de trabalho de mais de 40 anos, que nunca se limitou – como maldosamente afirma a reportagem – aos vencimentos de policiais militares e a prática de “bicos” inexpressivos, como se os policiais militares de um modo geral fossem capazes, em seus momentos de folga, tão somente de fazer “segurança” em pequenos estabelecimentos privados.

As “estimativas” da Folha de S. Paulo quanto ao valor de cada um dos bens destacados não condizem com a realidade, encerram conclusão maliciosa e, acima de tudo, caracterizam-se “calúnia” e “difamação” contra os diretores da ACS.

Print Friendly, PDF & Email

Artigos relacionados