Polícia Militar não prejudicará à Sociedade

Em reunião na última sexta-feira, 01 de Novembro, as 17 Associações que integram a Coordenadoria das Entidades Representativas dos Policiais Militares do Estado de São Paulo, entre elas os Cabos e Soldados, decidiram não apoiar nenhum movimento de paralisação dos policiais paulistas, apesar da maneira discriminatória como o Governo reajustou o salário da Polícia Militar, que teve o menor índice de aumento entre todas as polícias do Estado.

A Coordenadoria resolveu pela continuidade da mobilização, com novas estratégias para informar a população de São Paulo e a imprensa sobre a maneira injusta como está sendo tratada a Polícia Militar em relação às outras carreiras de policiais do Estado.

“Se a Polícia Militar parar de trabalhar, o único prejudicado será o cidadão. A população não pode pagar o preço do descaso com que o Governo e a Assembleia nos trataram na votação do projeto”, disse Ângelo Criscuolo à imprensa, ao final da reunião.

O Presidente da Coordenadoria convocou uma nova reunião dentro de 10 dias para apresentar um plano de ações que demonstrem claramente à sociedade o descontentamento da Corporação e a importância da Polícia Militar,

“A única instituição que se mantém firme na manutenção do estado de direito”, completou Ângelo Criscuolo.

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