Nota – ACS repudia reportagem que desrespeita e fere a imagem Rota

A Polícia Militar do Estado de São Paulo foi, mais uma vez, alvo da mídia parcial que, infelizmente, atua apenas para servir aos seus próprios interesses.

No dia 15 de outubro, data em que a gloriosa Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) completou 50 anos de sua existência, o veículo “Ponte Jornalismo” publicou uma reportagem que, propositalmente, fere a imagem e ataca os policiais militares que ali atuam.

Com o título “Rota, 50 anos de matança”, o veículo vergonhosamente descaracteriza a real função dos PMs do Batalhão, que é o de atuar em ações de controle de distúrbios civis e de contra-guerrilha urbana, além de ações de policiamento motorizado.

Ratificando a descaracterização, antes mesmo da introdução do texto, o jornal diz que os policiais da Rota “levam medo e morte pelos becos e vielas de São Paulo“. Tal afirmação advinda de um meio de comunicação é perigosa, pois ela tem o poder de inverter na mente das pessoas o papel dos policiais que atuam para proteger, não causar terror.

No decorrer da reportagem, várias ocorrências que resultaram em mortes, inclusive de membros do PCC (Primeiro Comando da Capital), é abordada com o intuito de criar o mito de que o Batalhão mata desenfreadamente qualquer um que estiver em sua frente, mesmo que criminosos de facções tenham sido algumas das “vítimas” nessas operações.

Embora alguns exemplos já tenham sido dados, há ainda outras graves acusações e apontamentos feitos no texto, como por exemplo a “preferência” por alvejar negros.

Tudo isso leva ao questionamento dos reais interesses do veículo ao fazer tal publicação. Por que não foi dada a mesma atenção às incontáveis prisões e ocorrências bem sucedidas que tiraram criminosos de alta periculosidade da rua? Por que decidiram concentrar-se em uma narrativa que manipula a mente das pessoas e fere não só a Rota, mas também toda a Polícia Militar?

Cabe a nós, como cidadãos, a reflexão sobre a credibilidade e os interesses do veículo, e como militares, familiares e amigos, o repúdio a esse ataque à imagem da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

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