ACS Guarulhos realiza atendimento em Mairiporã

Representante Roberto Barros, Capitão William Gelonezze Ramos, Cabo Katia, Cabo Carlos, Cabo Célio

A fim de fortalecer os laços de amizade e solidariedade, o representante do Núcleo Representativo de Guarulhos, Roberto Barros, e sua equipe estiveram na manhã do dia 07 de março em reunião geral da 2ª Cia do 26º BPM/M, na cidade de Mairiporã, onde foram recebidos pelo comandante William Gelonezze Ramos.

Na ocasião, a equipe da ACS prestou informações gerais de benefícios da entidade e a real situação da ação de quinquênios e sexta-parte, que foi discutida e esclarecida.

Durante a reunião, o associado Carlos Alberto Nunes fez questão de agradecer o Jurídico da ACS, que conseguiu sua absolvição após ser condenado a 16 anos de prisão por um crime que não cometeu.

Associado Carlos Nunes agradece o Departamento Jurídico da ACS

Vamos dar credibilidade para quem corre por nós!” Este é o recado que o associado Carlos Alberto Nunes, da capital, quer passar a todos os policiais militares.

Carlos conseguiu sua absolvição, em julho de 2016, por uma acusação de um crime que não cometeu, graças às orientações e esforços da Associação dos cabos e soldados (ACS).

O caso
Carlos foi acusado por um suposto crime ocorrido na madrugada do dia 11/06/2015, junto ao seu companheiro de trabalho, quando estavam em ronda no Município de Cajamar/SP.

Quando o seu pai, Ezequias Nunes, soube de sua detenção, acionou imediatamente o Departamento Jurídico da ACS que enviou o advogado Dr. Dejair Oliveira  para acompanhar o caso no mesmo dia.

Enquanto os fatos estavam sendo apurados, Carlos foi transferido para o presídio Romão Gomes. Lá passou a ouvir muitos conselhos dos outros companheiros que diziam para ele não confiar nos advogados de associações, que geralmente eram muito fracos e desinteressados. A maioria sugeria que, se ele quisesse sair dali, deveria procurar em advogado particular.

Quando você está lá dentro (no Romão Gomes), a única coisa que passa pela sua cabeça é que  você precisa sair de lá, começamos a nos desesperar e acreditar no que as pessoas dizem. Não tive dúvidas e pedi para o meu pai contratar um advogado particular“,  afirmou Carlos.

O advogado particular assumiu o caso imediatamente e, após meses detido, Carlos foi confiante para a audiência que definiria sua vida, mas o dia 03/12/2015 ficou marcado pela sua condenação: 16 anos de prisão. A notícia caiu como uma bomba, destruindo qualquer esperança dele e de sua família.

Inconformado com o resultado e vendo a vida e a sanidade de seu filho e de sua família se esvair, seu Ezequias começou a procurar outros meios que ainda não havia pensado. Procurou a ajuda do deputado estadual Coronel Telhada, que recebeu e pediu o parecer de sua  advogada e assessora , Dra. Carla Vasconcelos, que o advertiu sobre inconsistências e brechas no processo. Só então, Ezequias voltou a procurar a ACS, mas desta vez, preferiu levar o caso ao conhecimento de um velho amigo seu, Gilson Braga, que é o presidente do Conselho Fiscal da entidade. “Mostrei pra ele e perguntei se ele via brechas no processo. Para minha surpresa e alívio, o Braga se interessou pelo caso e disse que tinha coisa errada. Na hora, ele chamou uns advogados na sala, que também concordaram. O Braga passou o caso para o diretor do Departamento Jurídico que pediu para o Dr. Eliezer fazer uma análise“.

Com as esperanças recuperadas, Ezequias e sua esposa colocaram em prática também a ideia de tentar falar com o juiz do TJM que, para surpresa de ambos, foi bem sucedida. “O juiz Cel Fernando  Pereira nos recebeu várias vezes em sua sala, sem horário marcado. Ele é uma pessoa muito humana, educada, sempre nos recebeu muito bem e se demostrou um ouvidor nato, ouvindo com muita paciência tudo o que eu tentava explicar“. Em março de 2016, foi feito o substabelecimento do caso ao Dr. Eliezer Pereira Martins, advogado da ACS, que, na data de 19/07/2016, durante apelação, conseguiu a absolvição de Carlos por apontar inconsistências no processo que o condenou. Os argumentos do advogado foram bem esclarecidos  e aceitos pelos juízes do TJM.

Carlos ficou detido 1 ano, 1 mês e 15 dias no Romão Gomes por um crime que não cometeu.

A justiça foi feita, graças aos nobres juízes do TJM que estão lá realmente trabalhando por isso. Agradeço especialmente ao juiz Cel Fernando Pereira, que nos recebeu sempre com muita paciência e cortesia; à Dra. Carla VAsconcelos (advogada e assessora do deputado Cel Telhada) por ser a primeira a alertar sobre inconsistências e brechas no processo; e ao meu grande amigo Braga, pois sem sua intervenção e interesse pelo caso não teríamos chegado a este desfecho“, afirma emocionado Ezequias.

Carlos deixou o presídio em julho de 2016, mas ainda está muito abalado com tudo o que aconteceu e luta para voltar à sua vida normal, com ajuda de sua família e amigos. Quando lembra de sua absolvição, mal consegue expressar sua gratidão. “Não tenho como mensurar a gratidão que tenho com o  Braga (presidente do conselho fiscal da ACS) e o Cabo Wilson (presidente da ACS). Sempre queremos o melhor e nos iludimos ao relacionar o valor que pagamos com a qualidade do que é oferecido. Estou muito bem representado pela Associação (dos Cabos e Soldados). Vamos dar credibilidade para quem corre por nós. Agradeço por conseguirem a minha absolvição“, finaliza Carlos agradecendo a ACS em nome de toda a sua família.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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